Site, aplicativo ou whatsapp? Saiba qual o melhor momento de adotar cada uma das plataformas.

Para quem ainda tem dúvidas sobre a importância do e-commerce para o varejo supermercadista, segundo os dados da Compre&Confie o comercio eletrônico teve crescimento de 23% no primeiro trimestre e o Brasil fica em primeiro lugar em comparação aos outros países da América Latina. 


  Conforme a rota global do e-commerce o Brasil está bem avançado, os produtos de giro rápido (FMCG, abreviação em inglês) apresentam boas taxas de crescimento no e-commerce. Destacando-se no segmento de giro rápido: Perfumaria e Cosméticos, Fraldas, Remédios, Pet Care, Bebidas e Alimentos Não-Perecíveis.


 



Caso queira saber quais são as principais vantagens do e-commerce para o seu supermercados pode clicar aqui.


Apesar do grande crescimento do e-commerce muitos supermercados ainda tem dificuldade na escolha do melhor canal de vendas, então vamos no decorrer deste texto aprofundar nas principais diferenças entre os canais de vendas mais adotados. 


1. Whatsapp


As plataformas de mensagens instantâneas cresceram exponencialmente nos últimos anos, entre elas o Whatsapp tem se destacado, e com isso muitos estabelecimentos começaram a utilizá-lo como canal de vendas, o que é bastante vantajoso visto que o aplicativo tem sido quase que indispensável para a maioria das pessoas, entretanto tem suas limitações de operação, visto que com uma grande demanda de pedidos pode ocorrer uma rápida sobrecarga dos responsáveis pelo pedidos e a baixa usabilidade, visto que a plataforma não foi destinada para o uso e-commerce e muito menos de supermercados, que possui uma grande variedade de produtos e uma diária alteração de preços. Entretanto para pequenos e médios supermercados o Whatsapp pode ser utilizado como o primeiro passo para a adesão de uma plataforma de e-commerce mais completa e destinada para esse fim.


2. Site

 

Os sites foram as primeiras plataformas criadas para o comércio eletrônico e vêm buscando se adaptar a ascensão dos smartphone, com sites responsivos, tecnologia que adapta o site as telas menores, como de tablet e smartphones. Além do acesso sem a necessidade de download e da adaptação às diferentes plataformas, o site tem fácil acesso mas menores taxas de fidelização, usabilidade e ferramentas limitadas em relação ao aplicativo.


3. Aplicativo


Os aplicativos de e-commerce são os novos favoritos, tantos dos lojistas como dos consumidores graças à ascensão dos smartphones pelo mundo. Atualmente 69% dos brasileiros acessam a internet por meio dos celulares inteligentes e quase 80% dos usuários preferem acessar um aplicativo que acessar a loja por meio de um navegador para celular. Além de uma melhor usabilidade e acessibilidade o aplicativo também permite o envio de pushes de notificação, que podem ser utilizadas para a ativação de promoções e aumentam a taxa de retenção de clientes, visto que após download o aplicativo continua no aparelho dos usuários. 

As principais desvantagens do aplicativo são: a necessidade de estratégias de marketing para a divulgação do aplicativo e aumento do número de downloads e as diretrizes para aceitação nas lojas de aplicativos mudam constantemente e, conforme isso acontece, você precisa garantir que a sua aplicação permaneça em conformidade com as regras. 


De forma geral as plataformas de e-commerce estão em constante adaptação e evolução, tanto site como aplicativo tornam-se necessários para atender às diversas necessidades dos clientes e necessitam estar em constante desenvolvimento, visto que novas ferramentas e funcionalidades surgem e muitas tornam-se necessárias. 

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