Chegamos ao fim da pandemia, e agora?

No Brasil, estamos enfim concretizando a última fase da rota do e-commerce, o comércio varejista de alimentos experimentou nos dois últimos meses o que não acreditava ser uma realidade tão atual. E depois que toda a pandemia acabar, seremos os mesmos? Voltaremos aos velhos hábitos? Falo sobre os cuidados com a própria saúde e consciência social, mas também sobre a adaptação aos novos meios de venda e compra online. É natural retornarmos a comodidade daquilo que conhecemos, mas adaptar-se é uma qualidade pertinente aos fortes. Está em nós enfrentar as novas situações e a partir de uma autoanálise crescer e aprender. Não podemos ser otimistas demais quanto a grande maioria da população mundial, mas podemos ser otimistas quanto a nós mesmos, podemos nos modificar e revolucionar em nossa realidade.

Na China, o cenário pós-pandemia assusta os varejistas, apesar das restrições sociais terem sido suspensas e o comércio ter suas atividades retomadas em até 90%, segundo a Associação de Comércio da China para Mercadorias Gerais, o fluxo de pessoas nas lojas têm ultrapassado lentamente a marca de 50%, quando comparado ao período anterior a pandemia. 

Os números mostram que a pandemia não terá um fim em si mesma, não podemos acreditar que permaneceremos os mesmos após esse período de reclusão social. Creio que muitos de nós encontraram maneiras novas e diferentes de fazer as mesmas coisas, encontramos até uma parte de nós que estava perdida, uma parte mais humana e menos robotizada. A tecnologia não devia nos automatizar, não de maneira negativa como vemos, mas deveria melhorar a nossa vida e nos dar condições para viver mais e melhor. Sonhar com isso nos faz acreditar que existe algo que podemos fazer por nós mesmos, inclusive por meio do uso da tecnologia, e isso se mistura com nossa história e realidade. 

Segundo o Instituto Locomotiva, no Brasil durante o primeiro mês de pandemia compras feitas por meio de aplicativos cresceram cerca de 30%. Dos entrevistados, 49% afirmaram que pretendem ampliar as compras por meio de soluções em vendas online e 32% pretendem reduzir as idas até as lojas físicas. A necessidade de adaptação dentro de um cenário pandêmico tem feito com que muitos varejistas de alimentos corram contra o tempo, com o intuito de evitar uma baixa ainda maior nas vendas e atender com maior comodidade aos seus clientes hoje e num futuro pós-pandemia. 

Desse modo, adaptar-se é necessário como consumidor, como varejista e principalmente como ser humano!

A Mercadapp tem se esforçado em adaptar-se a esta fase, somos humanos e entendemos primeiramente o próximo como o alvo de nosso trabalho. Estamos concentrando nosso esforço para que por meio do e-commerce, mais pessoas sejam atendidas no conforto de sua casa. E nossa missão tem sido materializada neste tempo de crise, já são cerca de 20 lojas lançadas apenas no período de pandemia e mais de 40 lojas em fase de implantação. A #ondalaranja têm alcançado o consumidor e ajudado o varejista a expandir seus negócios, alguns dos nossos parceiros já chegaram a faturar de 25 a 30 % por meio de uma de nossas soluções e já temos supermercados ultrapassando a marca de 1,5 milhões em vendas por meio do app.

Estamos olhando para o presente e enxergando aquilo que parecia ser o nosso futuro!

Fontes: 

https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/na-china-o-varejo-offline-nao-esta-voltando-ao- normal-coronavirus/ 

https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/compras-aplicativos-alta-pandemia-coronavirus/ 

Tayslan Queiroz Silva
Consultor Comercial Mercadapp